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segunda-feira, 22 de março de 2010

Dicas para Concursos e Vestibulares


Muitas pessoas que concorrem a uma vaga em um concurso ou vestibular teriam um desempenho mais satisfatório se seguissem algumas dicas que especialistas ou anônimos revelam. Essas dicas são encontradas em blogs, sites, no youtube, enfim, em vários lugares de fácil acesso. Para facilitar a vida de vestibulandos e concurseiros, disponibilizarei aqui no blog várias dicas garimpadas na internet por mim (portanto não são minhas) e outras de minha própria autoria. Espero com isso, ajudá-los  a melhorarem suas performances nesses exames. Vou dividir as dicas em duas etapas. Na primeira etapa escreverei dicas preliminares para vocês utilizarem antes do exame, ou seja, na hora do estudo. Na segunda etapa escreverei dicas para o dia do exame. Espero que ajudem vocês, e se alguém souber mais dicas deixem seus comentários...

1º. ETAPA – Organizando o Estudo

1º. Anote os horários de estudo

Anote todos os minutos que estudar, por disciplina. Assim: deixe um relógio digital na sua frente (tem que ser digital, porque o tic-tac nos desvia do estudo), e um bloquinho de papel do lado.Se começar a estudar História às 18:03, coloque lá o início. Se for ao banheiro, desconte os minutos e por aí vai. Tudo anotado. No fim do dia passe para um calendário quanto estudou de cada matéria. E o total de estudo do dia. Você assim vai ter controle do seu estudo diário, e não vai se iludir com ele. Você vai ver que ficar em casa por conta do estudo de 8h às 23h não quer dizer que você estudou 15h no dia. Você estudará, num excelente dia, umas 9h no máximo, isso raramente. Essas anotações irão te mostrar o quanto se perde de tempo no telefone, vendo TV, enrolando etc.. Mas essas horas anotadas serão horas reais de estudo, que te trarão mais cobrança com seus horários e um aumento no número de horas estudadas. Você vai notar que pode ficar uma semana inteira “estudando”, aparentemente igual todo dia, e o tempo real de estudo variar de 3 a 9 horas por dia, sem que você tenha notado muita diferença de um dia pro outro. Você só vai perceber e corrigir isso se anotar tudo. Você vai identificar os porquês de um dia não ter rendido tanto, e saberá cortar aquilo que te prejudicou no outro dia. Outra coisa: pare de esperar as horas cheias para estudar. Assim que puder, sente para estudar. Depois que sentar é que você olhará a hora e a anotará no bloquinho. Você ganhará mais horas de estudo se fizer isso. Tenho certeza que muitas pessoas ficando adiando a volta ao estudo, pensando: “às 14h eu volto”. Aí dá 14:10 e o cara, em vez de correr para estudar, pensa: “14:30 eu volto então” etc.. Pare com essa perda de tempo, sente para estudar assim que der e depois olhe para o relógio para marcar seu início. Pare também com essa bobagem de antigamente de que tinha que esperar uma ou duas horas para voltar aos estudos após uma refeição. Isso é pura bobagem. Coma devagar, relaxe, e logo que puder volte com tudo. Não tem essa de enjôo, dor-de cabeça, colapso, convulsão etc.. Isso é do tempo que não podia comer manga com leite. Vai ver que é porque naqueles tempos não havia concurso eheheh. E lembre-se sempre de uma coisa muito importante: o que o passará num concurso é muita HBC, mas muita mesmo (HBC = Horas-Bunda-Cadeira).

2º. Esqueça o Lazer

Não tem segredo. Para  entrar em uma faculdade de seus sonhos ou empresa terá que abdicar de suas horas de lazer. Se assistir a um filme, de preferência para documentários que abordem de alguma maneira aquilo que você está estudando (se você quiser um site  bom para fazer downloads de documentários clique aqui). Não beba pois obviamente isso atrapalhará o rendimento de seus estudos. Festa, balada nem pensar...

  3º. Escolha um local de estudo adequado

Escolha um local o mais silencioso possível, sem música, sem telefone e muito menos computador ligado no MSN. Não estude com o livro deitado em cima da mesa, você vai render muito menos quando as dores vierem. Se sua casa for barulhenta, procure alguma biblioteca. Sente isolado, virado para o canto, para se distrair menos com as pessoas. Deixe um copo d´água ao lado da mesa e vá bebendo. Beba muita água, muita gente fica estudando e se esquece disso.

4º. Use o estudo de ciclos

Se você vai prestar vestibular por exemplo, divida seu estudo, em ciclos de 20 horas, em 4 fases de 5 horas. Coloque nela umas 10 matérias, variando o tempo de cada uma de acordo com meu grau de conhecimento e da importância delas. Divida essas 20 horas nas 4 fases, tentando alternar matéria mais decoreba com de raciocínio. E evite estudar direto mais de 2h30min cada disciplina, porque seu rendimento será bem menor. A idéia é variar bastante as disciplinas. Veja o exemplo a seguir, de um ciclo de estudo que faria se fosse prestar vestibular hoje: 

1 Hora 1 Hora 1 Hora 1 Hora 1 Hora
1 º. Fase Matemática Matemática Matemática/
Português
Português Português
2 º. Fase Física Física
Física/Biologia
Biologia História
3 º. Fase Química Química Química/Sociologia Sociologia Inglês
4 º. Fase Geografia Filosofia Matemática Redação Física

PS: Observe que não deixei nenhuma disciplina com mais de 2h30 min de estudo e procurei alternar ao máximo disciplinas exatas, de humanas e de biológicas. Observe também que na terceira hora da 1, 2 e 3º. fases, optei por dividí-la em duas partes de meia hora cada.

5º. Faça Exames (Concursos ou Vestibulares)

Esta é a grande dica: faça exames. Os cursos que mais aprovam são os que treinam seus alunos fazendo exames. Para fazer exames, existem duas maneiras: simulados e exames reais. O ideal é que o candidato faça as duas, ou seja, que treine fazer exames e questões e que se inscreva em concursos para a área que deseja. Para os simulados, recomendo a você resolver questões e provas da disciplina que estudou, como forma de fixar o conteúdo, periodicamente, fazer um concurso simulado, reprisando o tempo real da prova, o uso apenas do material permitido e, claro, utilizando exames de concursos anteriores. Outra dica boa é fazer os simulados filantrópicos cada vez mais comuns nos cursos preparatórios.

6º. Faça Exercícios

Não importa se você estuda lendo, fazendo tabela, resumo, desenho, organograma, o importante é resolver muitos exercícios mesmo. Resolver, e não ficar lendo a pergunta e a resposta certa. Fazendo isso você passa a entender o raciocínio das perguntas, o que a banca costuma avaliar de cada assunto. A formulação muda, mas o conteúdo é semelhante. Além disso, você ainda percebe as suas próprias dúvidas e as corrige.

7º.  Saiba quais são as características da instituição que fará o exame

É essencial que você saiba qual é a instituição organizadora do exame, pois cada uma delas pessuem características peculiares na formulação de questões. Saiba quais são elas. Busque, pesquise na internet.

2º. ETAPA – Dia do Exame

1º. Responda sempre o que eles querem saber

Evite vaidades ou "invenções". Muitos querem responder o que preferem, do jeito que preferem. Em vestibulares e concursos temos que atentar para a simplicidade e para o modo de entender dominante e/ou do examinador. Aquela nossa tese e opinião inovadora, devemos guardá-la para a ocasião própria, que certamente não é a do exame.

2º. Seja Humilde

Tenha sempre humildade intelectual. Não queira parecer mais inteligente que o examinador ou criticá-lo. Não se considere infalível, sempre prestando atenção mesmo a questões fáceis ou aparentemente simples.

3º. Teoria do Consumidor

Lembre-se que todo professor, quando aplica uma prova é, na prática, um examinador. A grande maioria dos examinadores aceita que o candidato tenha uma opinião divergente da sua. Há, contudo, alguns mestres e bancas um tanto mais inflexíveis, casos em que será exigido do candidato uma dose de fluidez, docilidade, suavidade e brandura. Junte-se a isso o ensino daqueles que sabem atender ao consumidor: o importante é satisfazer o cliente, o cliente tem sempre razão, o atendimento é tão importante quanto o produto.

4º. Escreva de forma legível

Se o examinador não consegue decifrar sua caligrafia, isso irá prejudicar a quem? Quem tem o maior interesse em ser lido e entendido? Será que todos os examinadores, profissionais ocupados e atarefados, diante de centenas ou de milhares de provas para corrigir, terão tempo e compreensão diante de uma letra ilegível? Na hora do exame faça letra bonita, de preferência redondinha (ou, no mínimo, em caixa alta), a fim de que ela fique legível.

5º. Fique atento as respostas

Lembre-se, em uma prova bem formulada, os números de respostas corretas das alternativas são mais ou menos iguais. Se ao final da prova você tiver muitas alternativas “D” reveja algumas delas.

6º. Faça sempre a parte dissertativa primeiro

Em um exame composto de uma parte objetiva e outra dissertativa (escrita) no mesmo dia, opte por fazer a parte dissertativa primeiro, pois caso o tempo fique apertado, não existe a possibilidade de você ter sua prova anulada por não ter terminado uma redação, por exemplo.

7º. Tome cuidado com certas palavras

Acostume-se a sempre, mesmo em casa, marcar as expressões: “não”, “exceto”, “errada” etc, que aparecerem no enunciado. Na 1ª vez que fazemos a questão ainda estamos antenados nisso, mas se formos tentar resolver a questão depois, nossa tendência é não ler mais o enunciado, e passar por cima disso e marcar uma alternativa que esteja correta, em vez de uma errada. Eu levo caneta marcatexto amarela ou verde para a prova, e uso sempre nesses casos ou quando preciso por outro motivo. Veja alguns exemplos: todo(a)(os)(as), tudo, total, totalmente, completo, completamente, só, somente, pleno, plenamente, incondicional, incondicionalmente, simplesmente, puramente, integral, integralmente, ocasional, ocasionalmente, definitivamente, nenhum(a), ninguém, nunca, perfeitamente, sempre, sem exceções, jamais,

8º. Perceba o tamanho das alternativas

Uma pequena falsidade invalida um item. Para formular um item correto, os examinadores têm que colocar todo o conceito, pois muitas vezes uma pequena omissão acaba por ter a questão anulada por alunos mais atentos. Assim, os itens corretos geralmente são maiores que os errados.Veja o exemplo a seguir:

Segundo Antoni Zabala, os conteúdos de aprendizagem
(A) são todos os conhecimentos definidos como válidos à formação integral do indivíduo, ou seja: noções; ideias; conceitos; princípios; teoremas, e as definições consideradas modelares pelos especialistas de cada área do conhecimento.
(B) são todos os conhecimentos científicos escolhidos para serem os saberes escolares necessários à formação geral do educando, de acordo com a proposta elaborada pelos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs.
(C) não podem deixar de se basear nos conhecimentos científicos, porque são estes conteúdos que constituem a base da verdadeira formação que o educando precisa para a vida adulta produtiva e porque transmiti-los é a função da escola.
(D) são todos aqueles que devemos aprender, mas em relação fundamentalmente aos conhecimentos das matérias ou disciplinas tradicionais que a escola apresenta aos educandos como necessários à formação básica e propedêutica.
(E) não se reduzem unicamente às contribuições das disciplinas ou matérias tradicionais; portanto, também serão conteúdos de aprendizagem todos aqueles que possibilitem o desenvolvimento das capacidades motoras, afetivas, de relação interpessoal e de inserção social.

Resposta: Letra E

Comentário: Note que o item correto é muito maior que os demais, com uma redação muito diferente.

9º. Elimine as respostas absurdas

Esta é a técnica mais importante, que deve ser usadas em todas as questões das provas de múltiplas escolhas. Quando é pedido para "selecionar a correta", mude a frase para: "selecionar a mais correta, eliminando as absurdas". Veja o exemplo a seguir:

Exemplo: Questão 18 (Enem 2007)
Abolição da escravatura:

Considerando a linha do tempo acima e o processo de abolição da escravatura no Brasil, assinale a opção correta.
(A) O processo abolicionista foi rápido porque recebeu a adesão de todas as correntes políticas do país.
(B) O primeiro passo para a abolição da escravatura foi a proibição do uso dos serviços das crianças nascidas em cativeiro.
(C) Antes que a compra de escravos no exterior fosse proibida, decidiu-se pela libertação dos cativos mais velhos.
(D) Assinada pela princesa Isabel, a Lei Áurea concluiu o processo abolicionista, tornando ilegal a escravidão no Brasil.
(E) Ao abolir o tráfico negreiro, a Lei Eusébio de Queirós bloqueou a formulação de novas leis anti-escravidão no Brasil.
Resposta: Letra D
Comentário: Foram tantos e tamanhos os absurdos, que acertar o item correto, por eliminação, ficou muito fácil.

10º. Fique atento a aspectos que podem invalidar uma alternativa

Em alternativas assim, o item quase todo é correto, mas há a inserção de um pedaço que o invalida (geralmente ao final da frase).

11º. Cuidado com as pegadinhas

Algumas alternativas dizem uma verdade, mas que não pode ser associada ao texto, como é pedido. Outras vezes é uma mentira tida por uma verdade por muitos, mas que é desmentida pelo texto. O lugar preferido é a letra "A", mas pode vir em outras alternativas. Veja o exemplo a seguir:

Exemplo: Questão 29 (Enem 2007)
Há cerca de dez anos, estimava-se que 11,2% da população brasileira poderiam ser considerados dependentes de álcool. Esse índice, dividido por gênero, apontava que 17,1% da população masculina e 5,7% da população feminina eram consumidores da bebida. Quando analisada a distribuição etária desse consumo, outro choque: a pesquisa evidenciou que 41,2% de estudantes da educação básica da rede pública brasileira já haviam feito uso de álcool.
Dados atuais apontam que a porcentagem de dependentes de álcool subiu para 15%. Estima-se que o país gaste 7,3% do PIB por ano para tratar de problemas relacionados ao alcoolismo, desde o tratamento de pacientes até a perda da produtividade no trabalho. A indústria do álcool no Brasil, que produz do açúcar ao álcool combustível, movimenta 3,5% do PIB.
(Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 28, n.º 4, dez./2006 e Internet: (com adaptações)).
A partir dos dados acima, conclui-se que
(A) o país, para tratar pessoas com problemas provocados pelo alcoolismo, gasta o dobro do que movimenta para produzir bebida alcoólica.
(B) o aumento do número de brasileiros dependentes de álcool acarreta decréscimo no percentual do PIB gasto no tratamento dessas pessoas.
(C) o elevado percentual de estudantes que já consumiram bebida alcoólica é indicativo de que o consumo do álcool é problema que deve ser enfrentado pela sociedade.
(D) as mulheres representam metade da população brasileira dependente de álcool.
(E) o aumento na porcentagem de brasileiros dependentes de álcool deveu-se, basicamente, ao crescimento da indústria do álcool.
Resposta: Letra C
Comentário: Tremenda pegadinha na letra "A". Aproveitou o termo "Indústria do Álcool" e nos induziu a acreditar que se tratava de produção de bebidas alcoólicas.

12º. Elementos repetidos

A tendência é que no rol de respostas, um elemento correto esteja repetido várias vezes. A intenção do examinador é não facilitar a vida do candidato. Não fosse assim, bastaria identificar o tal elemento correto e pronto, mataríamos a questão. Veja o exemplo a seguir:

Exemplo:
A ( ) papel e pedra
B ( ) tesoura e pedra
C ( ) papel e pau
D ( ) papel e tesoura
E ( ) tesoura a algodão
Comentário: Repare que a resposta que mais se repete é “papel e tesoura”, por isso a resposta “D” tende a ser a mais correta

13º. A Letra A

Como é a primeira opção, o examinador tende a colocar a resposta certa em outras alternativas, para não apresentá-la logo de cara. Na letra “A” banca gosta de colocar as respostas “cascas de banana”. Então, quando não souber a resposta e for chutar, e as técnicas mais confiáveis não funcionarem, você pode evitar a letra “A”.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Vídeos, Textos de Apoio, Resumos e Resenhas da Bibliografia para o Concurso de Professores do Estado de São Paulo (Temporários e Efetivos)


Para ajudar os professores temporários de São Paulo que farão a prova no dia 13 de dezembro para lecionarem no ano que vem e também para aqueles que farão a prova para se tornarem professores efetivos disponibilizarei aqui no blog alguns vídeos, textos de apoio, resumos e resenhas sobre os livros e documentos presentes na bibliografia. Para acessarem as páginas  da Bibliografia basta clicar nos links coloridos que se seguem após as obras. Já para acessarem os Documentos basta clicar nos seus próprios nomes.


Bibliografia para Parte Geral
  1. PIAGET, Jean. Para onde vai a educação? Tradução de Ivette Braga, 14ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1998.( Resenha-1)
  2. OLIVEIRA, Maria Kohl. Vigotsky-Apredizado e Desenvolvimento. Um Processo Sócio-Histórico. 4ªed. Scipione.São Paulo. Vídeos (Partes 12345 e 6
  3. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. (Texto de Apoio-1, Texto de Apoio-2, Resumo-1, Resumo-2Resumo-3, Aula em áudio-1)
  4. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006. (Resenha-1, Obra Completa-1)
  5. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra, 2008. (Obra Completa-1, Resumo-1, Resumo-2, Resenha-1)
  6. CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002. (Resumo-1)
  7. ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para reencantar a educação - epistemologia e didática. Piracicaba: Unimep, 2001. (Resumo-1, Resenha-1)
  8. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006. (Texto de Apoio-1, Texto de Apoio-2)
  9. COLL, César; MARTÍN, Elena e colaboradores. Aprender conteúdos & desenvolver capacidades. Porto Alegre: Artmed, 2004. (Resumo-1Texto de Apoio-2, Texto de Apoio-2, Texto de Apoio-3)
  10. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. (Resenha-1)
  11. DELORS, Jacques e EUFRAZIO, José Carlos. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1998. (Obra Completa-1)
  12. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2003. (Resenha-1) 
  13. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001. (Resumo-1) 
  14. LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002. (Resumo-1
  15. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002. (Resumo-1) 
  16. TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo. São Paulo: Ática, 2001. (Texto de Apoio) 
  17. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem - Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora. São Paulo: Libertad, 2003. (Resumo-1)
Documentos para Parte Geral
  1. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Fundamental. Disponível em: Mec.
  2. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Médio - Parecer 15/98. Disponível em: Mec.
  3. BRASIL. MEC/INEP. Fundamentos teórico-metodológicos do ENEM. Disponível em: http://www.publicacoes.inep.gov.br/detalhes.asp?pub=4005
  4. BRASIL. MEC/INEP. IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Disponível em: Inep.
  5. BRASIL. MEC/INEP. Prova Brasil e o SAEB. Disponível em: Prova Brasil.
  6. BRASIL. MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais. Introdução. Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental.Brasília: MEC/SEF,1997. Disponível em: Mec.
  7. BRASIL. MEC/SEMTEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: MEGSEMTEC, 2002.  
  8. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio: Documento de Apresentação. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: Rede do Saber.